Há 13 anos
sexta-feira, 24 de maio de 2013
IBICT lança Portal Livro Aberto
O IBICT lançou o Portal do Livro Aberto, que tem por objetivo reunir, divulgar, preservar e dar visibilidade a publicações oficiais em ciência, tecnologia e inovação. Projeto viabilizado por meio de apoio financeiro da Finep, o portal é mais um serviço do IBICT aberto à sociedade, e que hoje conta com a parceria de diferentes órgãos dos poderes Executivo e Legislativo.
Nessa primeira fase, estão contempladas publicações sobre temas atuais, inclusive nas áreas: Tecnologias da Informação e Comunicação, Popularização da CT&I, Melhoria e Ensino de Ciências, Inclusão Produtiva e Social e Tecnologias para Cidades Sustentáveis. Acesse o Portal: http://livroaberto.ibict.br
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Livros Infantis
Olá leitores!
Confira a seleção de livros infantis que estão disponíveis para download gratuito.
A literatura infanto juvenil é um ramo da literatura voltado para as crianças e adolescentes entre 10 a 15 anos de idade. Este tipo de obra procura utilizar diversas imagens para ilustrar o texto e costumam usar personagens na mesma faixa etária dos leitores.
Pensando neste público, reunimos 20 livros de literatura infantil que estão disponíveis na internet paradownload gratuito. Estes livros estão sob domínio público ou possuem a devida licença do autor para serem disponibilizados gratuitamente.
http://canaldoensino.com.br/blog/20-livros-gratis-de-literatura-infantil-para-voce-baixar
Confira a seleção de livros infantis que estão disponíveis para download gratuito.
A literatura infanto juvenil é um ramo da literatura voltado para as crianças e adolescentes entre 10 a 15 anos de idade. Este tipo de obra procura utilizar diversas imagens para ilustrar o texto e costumam usar personagens na mesma faixa etária dos leitores.
Pensando neste público, reunimos 20 livros de literatura infantil que estão disponíveis na internet paradownload gratuito. Estes livros estão sob domínio público ou possuem a devida licença do autor para serem disponibilizados gratuitamente.
http://canaldoensino.com.br/blog/20-livros-gratis-de-literatura-infantil-para-voce-baixar
terça-feira, 23 de abril de 2013
Bibliotecas sem livros avançam nos EUA: uma tendência para quem?
A cultura digital já atingiu 5 bibliotecas acadêmicas e uma biblioteca pública nos Estados Unidos: nenhuma delas guarda acervo de livros físicos.
Suas espaçosas áreas, antes tomadas por estantes e mais estantes, foram convertidas em multi-ambientes para leitura, grupos de estudo e uso dos portáteis disponíveis, que vão de laptops a variadas versões de iPad e Kindles.
Das 6 mencionadas, 4 estão em faculdades de engenharia. Um conceito em comum entre elas: todas prezam a aprendizagem colaborativa, e uma delas adota este perfil até no nome: Biblioteca Terraço da Aprendizagem.
De encher os olhos!
Ler todo conteúdo: http://monitoriafabci.blogspot.com.br/2013/04/bibliotecas-sem-livros-avancam-nos.html
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Feira do Troca-troca de Livros
22/04 à 10/05/2013
Feira do Troca-troca de Livros
Traga seu livro usado (em bom estado), troque por outro de seu interesse e ajude a preservar o meio ambiente.
Dias
22/04 à 10 de Maio de 2013.
Horário
Segunda-sexta-feira: 7h30min às 22h30min
Sabádo: 7h30min às 15h30min
Local
Espaço Cultural da Biblioteca Unoesc – Campus I
Para participar:
- Separe um ou mais livros - em bom estado - e entregue no stand do evento.
- Cada livro dará direito a um vale para retirar um outro livro disponível na banca, independente de valor, tamanho ou edição.
- Livros didáticos de ensino fundamental ou médio não serão aceitos.
- Os livros não serão devolvidos. Aqueles que não forem trocados serão incorporados ao acervo da Biblioteca Universitária da UNOESC.
- Faremos DOAÇÃO de EBOOKs (traga seu Pen-drive para levar livros integrais).
Equipe da Biblioteca Universitária
Feira do Troca-troca de Livros
Traga seu livro usado (em bom estado), troque por outro de seu interesse e ajude a preservar o meio ambiente.
Dias
22/04 à 10 de Maio de 2013.
Horário
Segunda-sexta-feira: 7h30min às 22h30min
Sabádo: 7h30min às 15h30min
Local
Espaço Cultural da Biblioteca Unoesc – Campus I
Para participar:
- Separe um ou mais livros - em bom estado - e entregue no stand do evento.
- Cada livro dará direito a um vale para retirar um outro livro disponível na banca, independente de valor, tamanho ou edição.
- Livros didáticos de ensino fundamental ou médio não serão aceitos.
- Os livros não serão devolvidos. Aqueles que não forem trocados serão incorporados ao acervo da Biblioteca Universitária da UNOESC.
- Faremos DOAÇÃO de EBOOKs (traga seu Pen-drive para levar livros integrais).
Equipe da Biblioteca Universitária
quinta-feira, 4 de abril de 2013
O Ministério da Educação disponibiliza 305 e-books pra você!
Basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.brpor Francisco Salles da Rocha
Confira a lista de livros que você terá acesso:
1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. Dom Casmurro -Machado de Assis
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. A Cartomante -Machado de Assis
8. Mensagem -Fernando Pessoa
9. A Carteira -Machado de Assis
10. A Megera Domada -William Shakespeare
11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. Dom Casmurro -Machado de Assis
15.. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. Macbeth-William Shakespeare
21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. A Tempestade -William Shakespeare
23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. Arte Poética -Aristóteles
34. Conto de Inverno -William Shakespeare
35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. A Metamorfose -Franz Kafka
39. A Cartomante -Machado de Assis
40. Rei Lear-William Shakespeare
41. A Causa Secreta -Machado de Assis
42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. Júlio César -William Shakespeare
45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. A Ela -Machado de Assis
50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. Dom Casmurro -Machado de Assis
52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. Adão e Eva -Machado de Assis
55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. A Chinela Turca -Machado de Assis
57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. Iracema -José de Alencar
61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. Ricardo III -William Shakespeare
63. O Alienista -Machado de Assis
64. Poemas Inconjuntos-Fernando Pessoa
65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. A Carteira -Machado de Assis
67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. Senhora -José de Alencar
69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. Iracema -José de Alencar
76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. O Guarani -José de Alencar
79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. A Pianista -Machado de Assis
83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. A Herança -Machado de Assis
86. A chave -Machado de Assis
87. Eu -Augusto dos Anjos
88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. Quincas Borba -Machado de Assis
92. A Segunda Vida -Machado de Assis
93. Os Sertões -Euclides da Cunha
94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. O Alienista -Machado de Assis
96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. Medida Por Medida -William Shakespeare
98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. A Vida Eterna -Machado de Assis
101. A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. Divina Comedia -Dante Alighieri
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. Coriolano -William Shakespeare
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. Senhora -José de Alencar
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo
112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. Obras Seletas -Rui Barbosa
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. Édipo-Rei-Sófocles
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. Tito Andrônico-William Shakespeare
122. Adão e Eva -Machado de Assis
123. Os Sertões -Euclides da Cunha
124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. Camões -Joaquim Nabuco
127. Antes que Cases -Machado de Assis
128. A melhor das noivas -Machado de Assis
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. Helena -Machado de Assis
133. Contos -José Maria Eça de Queirós
134. A Sereníssima República -Machado de Assis
135. Iliada-Homero
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. A Brasileira de Prazins-Camilo Castelo Branco
138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. A Carne -Júlio Ribeiro
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. Don Quijote-Miguel de Cervantes
145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. A Semana -Machado de Assis
147. A viúva Sobral -Machado de Assis
148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. Anedota do Cabriolet-Machado de Assis
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. Odisséia -Homero
164. Quincas Borba -Machado de Assis
165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. Balas de Estalo -Machado de Assis
167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. Cinco Minutos -José de Alencar
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. Lucíola -José de Alencar
175. A Parasita Azul -Machado de Assis
176. A Viuvinha -José de Alencar
177. Utopia -Thomas Morus
178. Missa do Galo -Machado de Assis
179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181. Hamlet -William Shakespeare
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. O Espelho -Machado de Assis
184. Helena -Machado de Assis
185. As Academias de Sião -Machado de Assis
186. A Carne -Júlio Ribeiro
187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. Antes da Missa -Machado de Assis
190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. A mulher Pálida -Machado de Assis
194. Americanas -Machado de Assis
195. Cândido -Voltaire
196. Viagens de Gulliver-Jonathan Swift
197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. Conto de Escola -Machado de Assis
199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. Schopenhauer-Thomas Mann
202. Carolina -Casimiro de Abreu
203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. Memorial de Aires -Machado de Assis
206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. A última receita -Machado de Assis
208. 7 Canções -Salomão Rovedo
209. Antologia -Antero de Quental
210. O Alienista -Machado de Assis
211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. A Semana -Machado de Assis
215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. Kamasutra-Mallanâga Vâtsyâyana
233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. RELIQUIAE-Florbela Espanca
240. Minha formação -Joaquim Nabuco
241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. Auto da Alma -Gil Vicente
243. 345 -Artur Azevedo
244. O Dicionário -Machado de Assis
245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. Cinco minutos -José de Alencar
249. Lucíola -José de Alencar
250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252. A Alegria da Revolução -Ken Knab
253. O Ateneu -Raul Pompéia
254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. Noite de Almirante -Machado de Assis
258. O Sertanejo -José de Alencar
259. A Conquista -Coelho Neto
260. Casa Velha -Machado de Assis
261. O Enfermeiro -Machado de Assis
262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. Poemas -Safo
266. A Viuvinha -José de Alencar
267. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. Ulysses -James Joyce
270. 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. Cícero -Plutarco
272. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. As Religiões no Rio -João do Rio
275. Várias Histórias -Machado de Assis
276. A Arrábida-Vania Ribas Ulbricht
277. Bons Dias -Machado de Assis
278. O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. A Capital Federal -Artur Azevedo
280. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. As Forças Caudinas-Machado de Assis
282. Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. Balas de Estalo -Machado de Assis
284. AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. Antigonas-Sofócles
286. A Dívida -Artur Azevedo
287. Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. Uns Braços -Machado de Assis
289. Ubirajara -José de Alencar
290. Poética -Aristóteles
291. Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. Antes da Rocha Tapéia-Machado de Assis
294. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. Via-Láctea-Olavo Bilac
297. O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. O Primo Basílio - José Maria Eça de Queirós
299. Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. A Pata da Gazela -José de Alencar
301. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. O que é o Casamento? -José de Alencar
305. A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
terça-feira, 26 de março de 2013
EXPOSIÇÃO DE ARTESANATO
Local: Espaço Cultural da Biblioteca Unoesc
Data: 25/03 à 06/04/2013
Promoção: Associação de Mulheres Artesãs de Zortéa/SC
Biblioteca Universitária da UNOESC
segunda-feira, 25 de março de 2013
Biblioteca Brasiliana Mindlin inaugura com exposições
Por Frances Jones
Agência FAPESP – Um novo capítulo da história da biblioteca formada pelo casal Guita e José Mindlin começa a ser escrito a partir deste sábado (23/03), com a abertura para o público do edifício que agora abriga os mais de 32 mil títulos da coleção brasiliana doados em 2006 pelo bibliófilo e empresário à Universidade de São Paulo (USP).
Autoridades e cerca de 500 convidados haviam confirmado presença para o evento que marca a inauguração da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, em um edifício moderno de 20 mil metros quadrados dentro da Cidade Universitária, em São Paulo, projetado pelos arquitetos Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb (neto do casal), com assessoria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.
A partir do dia 25 de março, o público poderá conferir a exposição permanente Não faço nada sem alegria – lema do ex libris da biblioteca –, com painéis incluindo imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal, a formação da biblioteca, a construção do edifício, a cultura, a materialidade e a conservação do livro, a história da imprensa e o prazer da leitura.
“A exposição de longa duração foi pensada junto com a arquitetura do edifício; há, por exemplo, imagens de Mindlin lendo trechos de poemas ou do Grande Sertão Veredas”, disse Pedro Puntoni, diretor da biblioteca e coordenador do Projeto Brasiliana USP.
Uma segunda exposição, de curta duração, prevista para seguir até o dia 28 de junho, apresentará os cem livros e documentos mais valiosos, importantes e significativos da Biblioteca Mindlin, devidamente protegidos em vitrines de vidro e metal.
Obras originais de autores como o viajante alemão Hans Staden (1525-1579), o pintor francês Jean-Baptiste Debret (1768-1848), o empresário português Gabriel Soares de Sousa (1540-1591) e os escritores brasileiros João Guimarães Rosa (1908-1967) e Graciliano Ramos (1892-1953) integrarão essa mostra, que inclui ainda 12 iPads, para que os visitantes folheiem virtualmente alguns dos livros expostos – que também estão disponíveis, digitalizados, no site da biblioteca.
Digitalização do acervo
Parte da biblioteca que é inaugurada agora – aproximadamente 3,5 mil títulos – está disponível para download no site da instituição, que é um órgão da Pró-Reitoria e Extensão da USP.
“Temos mais títulos digitalizados, mas estamos colocando aos poucos [no site], porque o maior trabalho não tem sido a digitalização e sim os metadados, a catalogação, a preparação”, afirmou Puntoni, professor na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
O projeto de digitalização da Brasiliana Mindlin, considerada a mais importante coleção do gênero formada por um particular, contou no seu início com apoio da FAPESP, que, segundo o diretor, foi importante para a montagem do laboratório de digitalização e a criação do site.
“A pesquisa apoiada pela FAPESP resultou também na definição de uma plataforma para a digitalização de livros raros e documentos de acervos memoriais”, disse Puntoni.
Várias outras instituições culturais, como a Biblioteca Mário de Andrade, o Instituto Moreira Salles, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Arquivo Público do Estado de São Paulo, também estão usando ou em vias de usar esse produto desenvolvido com o apoio da FAPESP, a Plataforma Corisco, que é ao mesmo tempo um software, uma política e um conjunto de regras e procedimentos.
De acordo com Puntoni, o projeto da Brasiliana digital obteve apoio da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “O apoio da FAPESP nos permitiu avançar com um projeto, consolidá-lo, e o BNDES veio e bancou a continuidade dele”, afirmou. O projeto está organizado em um núcleo de pesquisa coordenado por Puntoni e pelo professor Edson Gomi, da Engenharia da Computação da Escola Politécnica da USP.
A digitalização deve ser retomada agora com mais equipamentos e equipe maior, mas o público já pode fazer o download, por exemplo, da obra completa de autores como Joaquim Nabuco, Joaquim Manoel de Macedo, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Abertura para pesquisa
Os pesquisadores, no entanto, terão ainda de aguardar até o dia 2 de abril para ter acesso aos livros físicos. A partir de então, a consulta poderá ser feita mediante agendamento (regras no site), inicialmente em um horário reduzido, das 13h às 17h.
“Assim que conseguirmos a contratação de mais bibliotecários, vamos atender também pela manhã, de segunda a sexta”, afirmou Puntoni. Atualmente com 16 funcionários, a biblioteca deverá chegar a 33. Mas ela conta ainda com o trabalho de colaboradores, entre bolsistas, professores, alunos de pós e da graduação e estagiários.
Os pesquisadores são “antigos conhecidos” da Brasiliana Mindlin, que a consultavam desde a época em que ela estava abrigada na casa de Guita e José Mindlin, no Brooklin, zona sul de São Paulo. O próprio Puntoni passou a frequentá-la, como pesquisador, quando preparava o seu mestrado sobre a escravidão africana no Brasil Holandês e as guerras do tráfico no Atlântico Sul, no início da década de 1990.
Estudiosos das áreas de história da ciência, história do livro e da leitura, história do Brasil e de humanidades, entre outros, deverão ter interesse especial em investigar o acervo, formado ao longo de mais de 80 anos.
A biblioteca já abriga diversos grupos de pesquisa e tem se destacado como um centro de investigação na área das humanidades digitais, de estudiosos interessados em explorar a produção, a organização e a difusão da informação no meio digital (veja o site do grupo que é coordenado pela professora Maria Clara Paixão de Souza: http://humanidadesdigitais.org).
O curioso é que o acervo não parou de crescer com a morte de José Mindlin, em 2010. Apesar de no documento de doação à USP assinado por ele constar 17 mil títulos, descobriu-se depois, no processo de inclusão no sistema Dedalus de catalogação da USP, que na verdade a coleção era formada por pelo menos 32 mil títulos, correspondentes a cerca de 60 mil volumes.
“Muitos não haviam sido catalogados por José e pelas pessoas que o ajudavam. Fizemos uma assinatura de uma lista complementar de mais de 15 mil títulos”, afirmou Puntoni. Além disso, as doações não pararam de acontecer e a biblioteca também foi autorizada a ter uma verba para novas aquisições.
“Isso mostra um lado importante, que é essa dimensão de que a biblioteca é viva; ela não foi pensada para ser um memorial. Não é uma biblioteca morta, congelada. Não é a coleção do José Mindlin. É a biblioteca que ele criou, que continua viva, que vai continuar se expandindo”, afirmou Puntoni. “Queremos continuar recebendo doações, sobretudo dos bibliófilos, de livros raros e importantes.”
Biblioteca de obras raras
Além do bloco que está sendo inaugurado agora, o edifício da Brasiliana tem uma outra parte que ainda está em obras. Esse segundo bloco, previsto para ficar pronto em junho ou julho próximo, deverá abrigar o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) e o departamento técnico do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, responsável pelo gerenciamento das 70 bibliotecas da universidade e pela Biblioteca de Obras Raras, que está em processo de criação.
“A Biblioteca de Obras Raras foi pensada como um serviço para todas as bibliotecas da USP”, afirmou Puntoni. “Nem todas têm condições de guarda, conservação e segurança dessas obras.”
Assim, as faculdades que quiserem poderão ter as obras mais raras de suas bibliotecas guardadas de forma apropriada e digitalizadas. “Quem quiser trazer para cá terá uma guarda permanente, com câmaras de segurança, ar condicionado e profissionais capacitados.”
A digitalização dos títulos dessa biblioteca também começou. Segundo o diretor, já foram digitalizados quase 2,5 mil títulos de obras raras da USP. “Quando lançarmos a biblioteca física, já teremos uma política e uma biblioteca digital.”
A ideia é ainda promover eventos, como seminários e conferências no auditório do edifício, com capacidade para 300 pessoas, que também será inaugurado no sábado e recebeu o nome István Jancsó, em homenagem ao primeiro diretor da Biblioteca Mindlin, falecido em março de 2010, que concebeu todo o projeto da Brasiliana.
Além do auditório, da Biblioteca Mindlin e das duas salas de exposições, o bloco que será inaugurado agora tem uma terceira sala para exposições, uma livraria da Edusp (já em funcionamento) e um espaço para cafeteria, ainda desativado.
Mais informações, como as regras para agendamento de pesquisas e horários de funcionamento, estão em: www.brasiliana.usp.br.
Agência FAPESP – Um novo capítulo da história da biblioteca formada pelo casal Guita e José Mindlin começa a ser escrito a partir deste sábado (23/03), com a abertura para o público do edifício que agora abriga os mais de 32 mil títulos da coleção brasiliana doados em 2006 pelo bibliófilo e empresário à Universidade de São Paulo (USP).
Autoridades e cerca de 500 convidados haviam confirmado presença para o evento que marca a inauguração da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, em um edifício moderno de 20 mil metros quadrados dentro da Cidade Universitária, em São Paulo, projetado pelos arquitetos Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb (neto do casal), com assessoria da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.
A partir do dia 25 de março, o público poderá conferir a exposição permanente Não faço nada sem alegria – lema do ex libris da biblioteca –, com painéis incluindo imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal, a formação da biblioteca, a construção do edifício, a cultura, a materialidade e a conservação do livro, a história da imprensa e o prazer da leitura.
“A exposição de longa duração foi pensada junto com a arquitetura do edifício; há, por exemplo, imagens de Mindlin lendo trechos de poemas ou do Grande Sertão Veredas”, disse Pedro Puntoni, diretor da biblioteca e coordenador do Projeto Brasiliana USP.
Uma segunda exposição, de curta duração, prevista para seguir até o dia 28 de junho, apresentará os cem livros e documentos mais valiosos, importantes e significativos da Biblioteca Mindlin, devidamente protegidos em vitrines de vidro e metal.
Obras originais de autores como o viajante alemão Hans Staden (1525-1579), o pintor francês Jean-Baptiste Debret (1768-1848), o empresário português Gabriel Soares de Sousa (1540-1591) e os escritores brasileiros João Guimarães Rosa (1908-1967) e Graciliano Ramos (1892-1953) integrarão essa mostra, que inclui ainda 12 iPads, para que os visitantes folheiem virtualmente alguns dos livros expostos – que também estão disponíveis, digitalizados, no site da biblioteca.
Digitalização do acervo
Parte da biblioteca que é inaugurada agora – aproximadamente 3,5 mil títulos – está disponível para download no site da instituição, que é um órgão da Pró-Reitoria e Extensão da USP.
“Temos mais títulos digitalizados, mas estamos colocando aos poucos [no site], porque o maior trabalho não tem sido a digitalização e sim os metadados, a catalogação, a preparação”, afirmou Puntoni, professor na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
O projeto de digitalização da Brasiliana Mindlin, considerada a mais importante coleção do gênero formada por um particular, contou no seu início com apoio da FAPESP, que, segundo o diretor, foi importante para a montagem do laboratório de digitalização e a criação do site.
“A pesquisa apoiada pela FAPESP resultou também na definição de uma plataforma para a digitalização de livros raros e documentos de acervos memoriais”, disse Puntoni.
Várias outras instituições culturais, como a Biblioteca Mário de Andrade, o Instituto Moreira Salles, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Arquivo Público do Estado de São Paulo, também estão usando ou em vias de usar esse produto desenvolvido com o apoio da FAPESP, a Plataforma Corisco, que é ao mesmo tempo um software, uma política e um conjunto de regras e procedimentos.
De acordo com Puntoni, o projeto da Brasiliana digital obteve apoio da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “O apoio da FAPESP nos permitiu avançar com um projeto, consolidá-lo, e o BNDES veio e bancou a continuidade dele”, afirmou. O projeto está organizado em um núcleo de pesquisa coordenado por Puntoni e pelo professor Edson Gomi, da Engenharia da Computação da Escola Politécnica da USP.
A digitalização deve ser retomada agora com mais equipamentos e equipe maior, mas o público já pode fazer o download, por exemplo, da obra completa de autores como Joaquim Nabuco, Joaquim Manoel de Macedo, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Abertura para pesquisa
Os pesquisadores, no entanto, terão ainda de aguardar até o dia 2 de abril para ter acesso aos livros físicos. A partir de então, a consulta poderá ser feita mediante agendamento (regras no site), inicialmente em um horário reduzido, das 13h às 17h.
“Assim que conseguirmos a contratação de mais bibliotecários, vamos atender também pela manhã, de segunda a sexta”, afirmou Puntoni. Atualmente com 16 funcionários, a biblioteca deverá chegar a 33. Mas ela conta ainda com o trabalho de colaboradores, entre bolsistas, professores, alunos de pós e da graduação e estagiários.
Os pesquisadores são “antigos conhecidos” da Brasiliana Mindlin, que a consultavam desde a época em que ela estava abrigada na casa de Guita e José Mindlin, no Brooklin, zona sul de São Paulo. O próprio Puntoni passou a frequentá-la, como pesquisador, quando preparava o seu mestrado sobre a escravidão africana no Brasil Holandês e as guerras do tráfico no Atlântico Sul, no início da década de 1990.
Estudiosos das áreas de história da ciência, história do livro e da leitura, história do Brasil e de humanidades, entre outros, deverão ter interesse especial em investigar o acervo, formado ao longo de mais de 80 anos.
A biblioteca já abriga diversos grupos de pesquisa e tem se destacado como um centro de investigação na área das humanidades digitais, de estudiosos interessados em explorar a produção, a organização e a difusão da informação no meio digital (veja o site do grupo que é coordenado pela professora Maria Clara Paixão de Souza: http://humanidadesdigitais.org).
O curioso é que o acervo não parou de crescer com a morte de José Mindlin, em 2010. Apesar de no documento de doação à USP assinado por ele constar 17 mil títulos, descobriu-se depois, no processo de inclusão no sistema Dedalus de catalogação da USP, que na verdade a coleção era formada por pelo menos 32 mil títulos, correspondentes a cerca de 60 mil volumes.
“Muitos não haviam sido catalogados por José e pelas pessoas que o ajudavam. Fizemos uma assinatura de uma lista complementar de mais de 15 mil títulos”, afirmou Puntoni. Além disso, as doações não pararam de acontecer e a biblioteca também foi autorizada a ter uma verba para novas aquisições.
“Isso mostra um lado importante, que é essa dimensão de que a biblioteca é viva; ela não foi pensada para ser um memorial. Não é uma biblioteca morta, congelada. Não é a coleção do José Mindlin. É a biblioteca que ele criou, que continua viva, que vai continuar se expandindo”, afirmou Puntoni. “Queremos continuar recebendo doações, sobretudo dos bibliófilos, de livros raros e importantes.”
Biblioteca de obras raras
Além do bloco que está sendo inaugurado agora, o edifício da Brasiliana tem uma outra parte que ainda está em obras. Esse segundo bloco, previsto para ficar pronto em junho ou julho próximo, deverá abrigar o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) e o departamento técnico do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, responsável pelo gerenciamento das 70 bibliotecas da universidade e pela Biblioteca de Obras Raras, que está em processo de criação.
“A Biblioteca de Obras Raras foi pensada como um serviço para todas as bibliotecas da USP”, afirmou Puntoni. “Nem todas têm condições de guarda, conservação e segurança dessas obras.”
Assim, as faculdades que quiserem poderão ter as obras mais raras de suas bibliotecas guardadas de forma apropriada e digitalizadas. “Quem quiser trazer para cá terá uma guarda permanente, com câmaras de segurança, ar condicionado e profissionais capacitados.”
A digitalização dos títulos dessa biblioteca também começou. Segundo o diretor, já foram digitalizados quase 2,5 mil títulos de obras raras da USP. “Quando lançarmos a biblioteca física, já teremos uma política e uma biblioteca digital.”
A ideia é ainda promover eventos, como seminários e conferências no auditório do edifício, com capacidade para 300 pessoas, que também será inaugurado no sábado e recebeu o nome István Jancsó, em homenagem ao primeiro diretor da Biblioteca Mindlin, falecido em março de 2010, que concebeu todo o projeto da Brasiliana.
Além do auditório, da Biblioteca Mindlin e das duas salas de exposições, o bloco que será inaugurado agora tem uma terceira sala para exposições, uma livraria da Edusp (já em funcionamento) e um espaço para cafeteria, ainda desativado.
Mais informações, como as regras para agendamento de pesquisas e horários de funcionamento, estão em: www.brasiliana.usp.br.
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