A Biblioteca Universitária da Unoesc disponibiliza este espaço a fim de promover junto aos usuários informações sobre os benefícios que a biblioteca oferece aos acadêmicos, dicas de livros, novidades e outros temas importantes, mantendo assim, nosso público satisfeito e bem informado. Sugerimos a todos os visitantes que participem, comentando os eventos, indicando sugestões e compartilhando conosco aquilo que esperam deste espaço. Cordialmente, Equipe Biblioteca
A Biblioteca da Unoesc foi uma das pioneiras a utilizar o Sistema Pergamum, o software de gerenciamento de bibliotecas mais utilizado por instituições de ensino públicas e privadas no Brasil. Em 1999, ano em que foi realizado o I Encontro dos Usuários do Sistema Pergamum, em Curitiba, eram apenas 13 instituições que utilizavam o software, dentre elas a Unoesc, na época também foi criada a Rede Pergamum que atualmente conta com 232 instituições.
A comunidade acadêmica da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) realiza treinamento no uso do Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O evento acontecerá no dia 02 de setembro na cidade de Videira.
Durante o evento, será abordada a ferramenta de busca integrada no acervo do Portal de Periódicos e também as interfaces de busca nas bases de dados Scopus e Science Direct, da editora Elsevier, conteúdo disponível desde 2009 à Unoesc.Também será indicado o uso do ICAP do Pergamum, disponivel em nossa base de dados. Serão treinadas três turmas, compostas por funcionários da biblioteca, alunos de graduação e professores da instituição.
Programa Marília Gabriela Entrevista, da GNT. Ela entrevistou um geriatra chamado Ítalo Rachid, que falou sobre anti-age. Outra entrevista foi com o presidente do Conselho Federal de medicina, Dr. Roberto D'Avila..
Maria Luiza tem uma vida típica da mulher brasileira de classe média. Tem duas filhas, cuida da casa e trabalha fora. Quando sobra um tempo, está sempre à cata de alguma programação cultural – e tem achado coisas boas, que custam nada ou quase nada. Mas que poucos conseguem desfrutar. Por puro desconhecimento. Em outras horas, ela está rodeada de livros. Como a maioria dos brasileiros, dá um duro danado pra sobreviver. Roda boas dezenas de quilômetros por dia para ir ao trabalho. Lá, atende principalmente crianças de classe média que não vão bem na escola. Por que? — Principalmente porque não têm o hábito de ler... – ela responde, de pronto. Ela sabe como os livros podem mudar a vida das pessoas. Seja o que elas forem fazer na vida. Por isso, tratou de cultivar nas suas meninas o valor da leitura – uma acabou indo estudar filosofia numa universidade federal e a outra está a caminho da faculdade. Nas horas de folga, Maria Luiza às vezes vira leitora voluntária. Vai ler histórias para idosos ou crianças em hospitais. É ela quem diz: — Filhos miram-se nos exemplos dos pais. Se os pais não dão bola para os livros... Metade dos 95 milhões de brasileiros que leram pelo menos um livro nos últimos meses tomou gosto pela coisa por influência da mãe. Muito mais do que da professora. E um entre cada três leitores atuais foi tocado pelo pai. O que mostra uma coisa. Há papéis e trabalho pra todo mundo nessa história se queremos mesmo ter uma cidade e um país de gente que lê: para governos, escolas, escritores, editores, livreiros e... pai e mãe. PS: Por pura bobeira, dia desses a coluna deu uma escorregadela. Trocou décadas por séculos. O resultado final foi uma esquisitice só, logo notada por leitores atentos: saiu que a personagem em questão passara oito séculos da sua vida dedicando-se ao trabalho. O certo é que foram oito décadas. O que, a bem da verdade, também não é pouco para uma vida só...
(Reprodução autorizada mediante citação da 'Brasil que Lê - Agência de Notícias')
O guitarrista Keith Richards, do Rolling Stones, tem o sonho secreto de ser bibliotecário, diz o próprio em uma autobiografia que está perto de ser publicada. Segundo a edição deste domingo (4) do jornal inglês "The Sunday Times", o músico confessa no livro que, apesar de sua imagem de roqueiro, há anos cultiva uma paixão pelos livros e inclusive recebeu formação profissional para organizar os guardados em suas casas na Inglaterra e nos Estados Unidos.
Em sua biografia, pela qual teria recebido US$ 7,3 milhões por antecipação, Richards explica que tentou aplicar um sistema que utilizam os bibliotecários para ordenar seus livros, entre eles muitos sobre a história do rock e a Segunda Guerra Mundial.
Além disso, Richards atuou como uma "biblioteca pública" ao emprestar exemplares de autores britânicos como Bernard Cornwell e Len Deighton para seus amigos, diz o jornal. Segundo o "The Sunday Times", durante sua juventude na austera Inglaterra do pós-guerra, o roqueiro se refugiava na leitura antes de encontrar o blues. Para Richards, "quando você cresce, há duas instituições que o afetam especialmente: a Igreja, que pertence a Deus, e a biblioteca, que pertence a você. A biblioteca pública é enormemente igualitária".
Luciana Christante - Revista Mente Cérebro - 07/07/2010
Um grupo de sociólogos das universidades de Nevada em Las Vegas e da Califórnia em Los Angeles realizou o maior estudo internacional sobre a influência dos livros na educação escolar. Os resultados mostram que, independentemente do nível educacional dos pais, do status socioeconômico e do regime político, quanto mais livros houver em uma casa, mais anos de escolaridade atingirá a criança que crescer nela. Participaram do estudo mais de 70 mil pessoas de 27 países, entre os quais Estados Unidos, China, Rússia, França, Portugal, Chile, África do Sul (o Brasil não foi incluído). A conclusão foi publicada na revista Research in Social Stratification and Mobility.
No artigo, os autores explicam que o nível cultural e educacional dos pais também influencia a escolaridade atingida pela prole, mas nesse caso a correlação é mais fraca do que com o tamanho físico do acervo familiar de livros. Os resultados mostram também como o gosto pela leitura tende a diminuir diferenças sociais. Nos lares mais modestos, o efeito de cada acréscimo ao acervo no futuro acadêmico da criança é mais acentuado do que a adição de um volume a uma biblioteca mais ampla. Apesar de a tendência ter sido observada em todos os países, houve diferenças importantes entre eles.
Nos Estados Unidos, na França e na Alemanha, uma biblioteca com cerca de 500 volumes representou acréscimo de dois a três anos na escolaridade das crianças, comparando com uma casa sem livros. Na Espanha e na Noruega, o número saltou para até cinco anos e na China atingiu o máximo, entre seis e sete anos.
Segundo os pesquisadores, o regime comunista poderia explicar o resultado chinês, pois em um país onde há mais restrições à liberdade individual os livros seriam bens culturais ainda mais valorizados pela família. O mesmo raciocínio poderia se aplicar aos números semelhantes verificados em países do Leste Europeu (que formavam o bloco comunista) e a África do Sul, que viveu décadas sob o apartheid.
Os casos analisados foram de pessoas que cresceram em meio a esses regimes. “A leitura é uma ótima fonte para os oprimidos, seja qual for sua cor, seus opressores e as circunstâncias históricas”, escreveram.
O estudo é uma prova irrefutável de que “uma casa onde os livros são valorizados fornece à criança ferramentas que são diretamente úteis no aprendizado escolar, como vocabulário, imaginação, amplo horizonte em história e geografia, a compreensão da importância da evidência no argumento, e muitas outras”. E confirma os famosos versos de Castro Alves, do século 19: “Oh! Bendito o que semeia/ Livros...livros a mão-cheia.../ E manda o povo pensar!/ O livro caindo n’alma/ É germe – que faz a palma./ É chuva - que faz o mar.”
Em recente ensaio para a revista Vogue, a atriz norte-americana Gwyneth Paltrow, vencedora do Oscar de Melhor Atriz em 1998, por Shakespeare Apaixonado, foi clicada em vários ambientes do seu apartamento em Nova York. Nessa imagem, não por acaso, ela aparece cercada de livros, que poderiam caber no notebook que está em seu colo. Mas não é o leitor eletrônico que ela certamente carrega no coração. Os livros é que moram dentro dessa leitora e de cada leitor. E Gwyneth tem uma bonita história com a leitura. Ela conta, como mostramos na seção O Livro da Sua Vida, que a obra marcante para ela é Jane Eyre, de Charlotte Brontë. E por um detalhe especial: era sua mãe, a também atriz Blythe Danner, quem sempre lia a história para ela.
(Reprodução autorizada mediante citação da 'Brasil que Lê - Agência de Notícias')
O Setor de Processamento Técnico elabora fichas catalográficas de Teses, Dissertações, Monografias e TCCs defendidas na UNOESC.
A Catalogação na Publicação (Ficha catalográfica) reúne num único lugar, segundo a NBR 14724 no verso da página de rosto, dados pertinentes à obra, como nome do autor, instituição de defesa, ano de defesa e principais assuntos.
Esta ficha é elaborada seguindo as normas do Anglo American Cataloguing rules AACR2.
Para solicitar a ficha o autor deve encaminhar o trabalho completo após a aprovação da banca e as devidas correções, impresso ou em arquivo (pen drive ou cd), ou ainda por e-mail. Os dados poderão ser entregues na Biblioteca Universitária - Campus I - Joaçaba.